A Polícia Civil de São Paulo prendeu Maicol Antonio Sales dos Santos, dono de um carro prata visto na cena do crime. A Justiça determinou a prisão preventiva porque encontrou contradições em seu depoimento. Assim, o Caso Vitória Regina continua sob investigação.

O desaparecimento de Vitória Regina

Vitória desapareceu em 26 de fevereiro, depois de sair do trabalho em um shopping de Cajamar. Dias depois, em 5 de março, seu corpo foi encontrado em uma área de mata.

A vítima estava nua, com o cabelo raspado e um corte profundo no pescoço. Além disso, suas mãos estavam cobertas por sacolas plásticas. Por conta desses sinais, a polícia acredita que o crime foi premeditado.

Investigação e suspeitos

Maicol não conseguiu explicar sua relação com o crime. Além disso, seu carro pode ter sido usado para abordar ou transportar Vitória. Por essa razão, a Justiça determinou sua prisão.

Outros investigados incluem Daniel Lucas Pereira, que possui ligação com Gustavo Vinicius Moraes, ex-namorado da vítima. Embora ambos tenham prestado depoimento, continuam em liberdade. No entanto, a polícia segue investigando suas possíveis conexões com o caso.

Possíveis motivações

A polícia considera duas hipóteses para o crime:

  1. Crime passional ou vingança – Por isso, o histórico da vítima está sendo analisado.
  2. Ligação com facções criminosas – O cabelo raspado sugere envolvimento do PCC.

De acordo com o delegado Aldo Galiano, essa prática é um “recado típico de facções criminosas”.

Últimos momentos de Vitória Regina

A jovem foi vista pela última vez após descer de um ônibus, perto de casa. Antes disso, enviou uma mensagem a uma amiga dizendo que temia dois homens no ponto. Logo depois, parou de responder.

Testemunhas relataram que um carro com quatro ocupantes seguiu Vitória. Dessa forma, a hipótese de emboscada se fortalece.

A busca por justiça

Embora a prisão de Maicol seja um avanço, o Caso Vitória Regina ainda exige respostas. Portanto, os investigadores seguem coletando provas para identificar todos os envolvidos.